domingo, 15 de junho de 2014

Soneto matinal


Acordei deitada em teu peito...
Meu bem, me deleito
no teu ser...
A manhã é noite escura sem você.

Nosso café está à espera:
—Por que não levantas de uma vez?
A cortina pelo sol amarela,
Traz a preguiça que um dia te fez.

—Ah, pra que levantar?
Vamos —como ontem— agora nos amar,
E começará tudo outra vez...

O dia vira noite...
Nosso amor, tolinho,
É tão contente quanto nós dois...


Abigail Balbina — heterônimo de Simon-Poeta

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