quinta-feira, 19 de junho de 2014

Poesia de um Boêmio

Em homenagem a Chico Buarque de Hollanda 

Nas minhas noites frias, vazias
com luas que não faziam sentido...
não calava a vitrola, a música 
era o único consolo...

Nos meus dias de alegria, sorridentes

e regados a vinho...
não calava a vitrola, era a música
o companheiro colosso...

Em todos os dias de carnaval, alegres

e claros ou nos dias tristes, lúgubres
e escuros era meu fulgurante homizio...

A sua música, tocada pela vitrola velha,

sempre foi uma trilha pedida, 
em tristezas em romances estava lá... 



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