terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Utopia da Cereja

O que vivia,
Não passou de utopia,
Beija-me com boca de cereja,
Enquanto lhe maltratava com hálito de cerveja.

Tudo que viveu,
Não passou de engano seu,
Provocado pela vida,
Oh! Meu doce... minha querida.

Sempre que vivi,
Não soube o que senti,
Não passou de um escândalo,
Fazendo-me de vândalo,
Dos corações alheios,
Que não têm freio.

Nada que vivemos,
Foi destino, e sim tempo,
Das consequências sofridas na vida,
De um ser humano qualquer, repleto de feridas,
No lamento da dor,
Que não cabe o amor.

Quando vivera,
Soubera,
Que todo o amor é ilusão,
Do coração de um sofredor, e não,
A magia do penhor,
Que se prega pelas vilas...
Na verdade, não sabem o sentido da vida.

Simon-Poeta

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2 comentários:

parabéns meu amigo poeta... muito lindo

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