sábado, 11 de janeiro de 2014

Nosso Abraço

Nosso abraço,
Nosso beijo,
O último desejo,
Desse mordaço...
Infinito,
Inacabável,
Resta o grito,
De dores e prazeres,
De vidas deixadas no chão
Da sala.
Aperto-te,
Surpreendo-te...
Faço de conta que sou criança,
Pois criança ainda sou...
Mas não continuo a brincar no berço da esperança,
Mas sim no da paixão e do amor.
Somos inúteis...
Nos entregamos em horas vãs...
Distantes da realidade,
Que invade nossas mentes que são fans,
De tudo aquilo que mentes,
E que ainda hoje mentia.
Mas te peguei...
Encontrei o que de melhor me oferecias,
A vida que aprecia,
A vida que nos cria.
Você se entrega...
Eu te beijo,
Temos uma missão para o resto do dia
E ao longo da noite:
Se amar...
Mas o amor é sentimento...
O amor não é prazer...
Esse é o lamento,
Que vem de uma voz que sai de você...
Acalmo-te;
Digo que mesmo o amor pode ser um berço de prazeres,
Até que queiras...
E, então, quando quiseres,
Irá ver o que é o amor.
Uma bomba de prazeres,
Uma flor de emoções...
Nossa cavalgada
Vai rumo à madrugada,
Que incendiava e ainda incendeia nossos corações.
Seu pescoço e minha língua se encontram,
Em quimeras e meras sensações... 
Nossas vidas se entregar,
Rumo ao sexo real,
E ao amor das ilusões.
O que seria da vida sem sonhos?
-Uma realidade sem fim...
Você me responde assim,
Como quem não gosta de sonhar.
E em seguida me respondes:
-Meu único sonho foi realizado:
Em teus braços me encontrar...
Não preciso de mais nada...
Apenas isso me envolveu,
Na sua estrada,
Que sabe viver o eu.

Essa é uma história,
Do amor que me envolveu,
Em apenas um simples abraço,
O sexo aconteceu.

Simon-Poeta

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