domingo, 8 de dezembro de 2013

Grandezas de um Ser Maléfico

Teus olhos ficam vermelhos,
Como uma cereja madura e suculenta,
Que as razões da morte inventa,
E deixa-te intacto os cabelos.

De humano vira uma ave,
Negra, mas ao mesmo tempo alva,
Pois o refletor de luz branca se apontava,
No meio dos seios daquela negra penuje.

Agora vem-se girando,
Criando asas,
Se exibindo...

A cada giro, penas vão se encontrado,
E os seus olhos, como brasas,
Vão chorando, e a boca sorrindo.

Simon-Poeta em homenagem ao filme Cisne Negro

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