domingo, 10 de novembro de 2013

Soneto a namorada

Amada minha dos céus, adorada
pelos mortais tu és mulher, aclamada,
mas não se deixe esquecer que és garota,
também, se lembre que és, apenas gota.

Em meu cerne, mora a devoção por
ti, minha santa amada que voa aos céus,
sabendo com seu ardor versos compor, 
para uma sinfonia que declama ao léu.

Tu és musa dos desejos infinitos,
és bela minha garota celeste,
és fascinação dos mortais finitos.

Apenas palavras quase perfeitas, 
que nasceram com o sol no leste, 
podem se subjugar a mulher feita.

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