sábado, 30 de novembro de 2013

Poema sincero

Como doí em mim, os poemas
que tristemente choro.
Os poemas que extraio
com uma dor no peito,
e fazem jorrar meus olhos.

Quão cruel é esses poemas,
que são maldosos com o corpo
doído e já fraco, que ama
e apenas ama, ama até mais
do que consegue pobre corpo viver.

Chora amargamente esse corpo,
do poeta que já mais nada sabe
fazer, a não ser falar de amor,
a não ser viver de amor, a não
ser chorar poemas.

Como pesa esse poema, que como
lagrimas rola pelo rosto, com a sinceridade
da verdade que não grita a boca, do
amor que se tem a ela, que teima a razão,
a não deixar pobre poeta dizer quanto
amor sente por ela.

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