Série Amor proibido

por Simon-Poeta

I Antologia "Whisky, Charuto e Poesia"

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sábado, 30 de novembro de 2013

Poema

Resolvi recitar um poema bem bacana, e ai está, acessem o vídeo e curtam se gostarem.


http://www.youtube.com/watch?v=37cZ6-EO9zE

Poema sincero

Como doí em mim, os poemas
que tristemente choro.
Os poemas que extraio
com uma dor no peito,
e fazem jorrar meus olhos.

Quão cruel é esses poemas,
que são maldosos com o corpo
doído e já fraco, que ama
e apenas ama, ama até mais
do que consegue pobre corpo viver.

Chora amargamente esse corpo,
do poeta que já mais nada sabe
fazer, a não ser falar de amor,
a não ser viver de amor, a não
ser chorar poemas.

Como pesa esse poema, que como
lagrimas rola pelo rosto, com a sinceridade
da verdade que não grita a boca, do
amor que se tem a ela, que teima a razão,
a não deixar pobre poeta dizer quanto
amor sente por ela.

Perdão

Se perdoares
Alcançarás sua PAZ
Livre estará

Imagem da internet
Cássia Torres

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Mensagem II

"Os sentimentos são como pregos. Jamais pise nos sentimentos de alguém."

Simon-Poeta

Menssagem I

"Um poeta nunca fica velho e jamais morre, seus pensamentos vivem eternamente."

Simon-Poeta

A Lua


Simon-Poeta

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Meu Amor, Minha Vida...




Tudo que até hoje vivi,
Não justifica os sonhos que acordei,
Pois em tudo que senti,
Aprendi que eu não era filho de rei.

Simon-Poeta

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Sonhar

Sonhar sem limites,
perde-me atrás dos montes,
por onde repousa de
noite o sol.

Sentir o vento
que só venta
nas mentes iluminadas
dos sonhadores.

Perde-me nos
céus azuis das
quimeras próprias
das intensas paixões.

Ver a verdade na
mentira, que conta
com pureza o meu
sofrido coração.

Sonhar com o perde
do horizonte, onde
só voam arcanjos,
sonhar com o amor...

Perde-me nas minhas utopias,
tudo para ser, mesmo
que em sonho, tanto
quanto feliz.

Virtudes


Doce Noite


Simon-Poeta

Haikai Sem Noção



Não sei o que bem sinto...
Nem se me sente,
Só sei que te adoro.

Simon-Poeta

sábado, 23 de novembro de 2013

Censura, a Doença Mais Agonizante no Facebook Agora

Será que tudo aqui nessa terra precisa mesmo de ser censurado? A censura nos mata de pouco a pouco só de sabermos que temos uma boca e não podemos falar, temos ouvidos e não podemos ouvir, temos olhos e não podemos ver... ah! Assim não tem mais graça de continuar nessa rede social que é um ótimo lugar para se divertir, mas alguns que têm inveja de nossas atitudes não vou dizer heroicas, pois é o nosso dever, mas atitudes de hombridade. Nosso dever é mostrar a verdade, desmascarar os pastores hipócritas que fazem seus falsos milagres e que levam todo dinheiro do povo, da política também... devemos mostrar a realidade a quem não a vê. Mas pena quem em pleno FACEBOOK, ninguém respeita sua opinião. Somos livres e ao mesmo tempo banidos de falarmos, ouvirmos e vermos. Quem não é capaz de ver que a realidade a pode machucar, machuca quem está levando a realidade. Tudo isso não passa de falta de um chazinho que desde criança aprendi a tomar em casa: VERGONHA NA CARA. Não estou falando diretamente a quem censura, pois não posso julgar. Então, faça o mesmo que eu censurador: NÃO JULGUE!

Simon-Poeta

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

O Amor

       E neste trAço
                    q
                  Eu
  descreverei

                    A
               m
Quanto
       e


Cássia Torres

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Princípios de uma sociedade



Os homens caminham perdidos
Deram as costas para os feridos
Pois vidas dolorosas escolheram
E do importante se esqueceram

Crianças morrendo por dia
E famílias vivendo na agonia
Mas unidas vivem em oração
Pedindo apenas um pedaço de pão

Muitos preferem a riqueza
E outros vivem na pobreza
E todos os dias eles sofrem
Por falta de comida morrem

O sistema desse mundo
É miserável e vagabundo
A ganância os cegou a toda
E o restante que se exploda

Dignidade e caráter se esperam
De governantes que se puseram
A nos ajudar no que fosse preciso
Mas que criaram um falso paraíso

Paraíso esse de dinheiro e poder
E humilhados sem poder nada fazer
Eles esperam um dia poder ver
Um novo dia em que poderão viver

Viver num mundo sem maldade
Que valores como a lealdade
Integridade caráter e a verdade
Sejam princípios de uma sociedade

Cássia Torres

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Amo-te, Mas Abandona-me


Simon-Poeta

Me Vê Com Diferença

Por que sempre me tratas como um qualquer?
Já que sempre trata todos tão bem...Se um dia fazer-lhe algo que não quer,
Entrego-me em tua alma, meu bem.

Se um dia me veres com os olhos bons,
Verá que a realidade que outra,
Conhecerá meus verdadeiros tons,
E vestirá da alegria as toucas.

Se uma vez na vida me dar atenção,
Vai perceber o que perdeu,
Pois no teu coração,
Quem manda sou eu.

Por Simon-Poeta em homenagem a Mari Luiza

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Lembre-se de Min

Quando eu não puder mais ficar ao teu lado,
Lembre-se de min, do amor inesperado;
Com você, só com você conseguirei viver bem,
Satisfeito com teu amor, só você basta, não quero mais ninguém.
Se um dia o presente nos separar,
Lembre-se de min, pois com você eu vou estar;
Presente em tua vida, eternamente,
Estarei eu, mesmo quando morto, contente.
Se o véu da morte alojar-se em meu ser,
Minha última palavra será: -Eu amo você!
Na pedra do meu túmulo estarão desenhados dois corações;
O meu e o seu, vivendo nas dimensões!

Simon-Poeta


domingo, 17 de novembro de 2013

Eu Sou

Eu sou o vento
Que tu sentes.

Eu sou o beijo
Desejado.

Eu sou olhar distraído,
Eu sou sorriso evitado.

Eu sou mais que um coração partido,
Eu sou um sonho realizado.

Mariane Silva

sábado, 16 de novembro de 2013

Soneto à Vida Velha

Ao olhar a vida velha,
Vinda vida, vinda louca,
Videira movente rouca,
Comovente e pouca.

Ao tomar o vinho novo,
Devolvo o novo jeito de ser vovô,
A chuva chove, e eu também chovo,
Choro de lágrimas e encantos loucos.

Ao ver o ventre ventilado,
Ventilo a vila p'ra qualquer lado,
E vivo o prado nos prados entregados...

Ao ver-me entregado em seus braços,
Encontro-me no momento exacto em seus abraços,
Vindo da vila da velha vida.

Simon-Poeta

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Meu Primeiro Dia de Vida

    
   Fortes dores sentia mamãe, mas não tinha ninguém em casa; tanto lutou para prender-me dentro de teu ventre. Chegou então do trabalho, papai, que por ironia do destino o carro lhe roubaram. Mamãe já não mais aguentava pois as dores não cessavam: dando um forte grito de lá do quarto chamou a atenção de papai (que estava na cozinha). Então ele foi correndo até o quarto, desesperado e ao mesmo tempo aflito pois foi roubado de algo tão preciso (o carro); chegando no quarto viu que mamãe já estava em trabalho de parto e que precisava ser socorrida o mais rápido possível, pegou-a então no colo e  foi até ao ponto de táxi mais próximo. Ninguém queria parar para levar uma mulher toda ensanguentada nem para um hospital que seja. Mas até que enfim chegou uma alma piedosa que se ofereceu para levar meus pais sem cobrar nenhum tostão... 
     Lá no hospital, mamãe foi levada imediatamente ao centro cirúrgico. Dor e alegria se misturaram no mesmo momento e lugar, mas ela não deixou se abater por um sentimento repentino; alegrou-se então no maravilhoso dom da vida para que eu nascesse e e fosse, por todo meu trajeto mundano feliz. Então nasce um menino sujo de sangue, sem dentes nem cabelo, que no meio de dores, alegrias, sofrimentos e emoções, foi posto no mundo por uma mulher tão batalhadora, que que para cuidar de minha vida, ofereceu-me a dela. Eu podia não ser tão lindo assim, mas mesmo depois de morta, ela continuou me achando o menino mais lindo do mundo.

Simon-Poeta

Ode ao Fluminense (em homenagem a Francisco Costa)

Francisco, nobre Francisco,
Seu nome está entre os santos,
Não poderia diferente ser,
Tens a grandiosidade dos arcanjos,
No jeito de ser.

Tens no coração o anseio, e a luta
Eterna pelos seus companheiros,
Tens altivez nos seus atos, e o garbo
Do que nunca abandona os primeiros.

Como a estátua que sombreia teu chão
É a graciosidade que limita
Os seus caminhos.
Oh grande Francisco.

Não tens no olho empecilho,
Consegue olhar o céu que ainda estrela
Límpido.

Carioca Francisco.

Um ode a uma pessoa de convicções e certeza o grande Francisco Costa. Lindo o que escreveu para o meu amigo Jhordany, mostra o homem deveras iluminado que deve ser. 

Politicamente Falhando (Em homenagem a Francisco Costa)

A política...
Ah! Santa política.
Nos devora e nos deixa sem expressões,
Devemos protestar sim, mas com nossos corações.

Devemos pensar no futuro de nossos filhos,
Devemos ver a realidade como é,
Somos obrigados a sermos andarilhos,
Com a pedra da corrupção nos pés.

A política é boa,
Quando se sabe fazer,
A honestidade perdoa...

Quem quer um político ser.
Mas deixa uma condição:
Tem que ser político honesto, eu ela não perdoa não.

Simon-Poeta homenageou Francisco Costa

Thalysson Alencar Machado

Depois de Alencar Machado,
Vem o segredo de um bem.

Felicidade sem explicação,
Esse foi o nome que lhe dei.

Saudade é o que sinto.
De um beijo que não lhe dei,
Do abraço que não lhe roubei.
E do seu coração que um dia conquistei.

Você e eu,
Nunca vai existir.

Depois de grandes tentativas,
E com grandes expectativas,
Me restou dizer:Por me iludir,perdeu-me e por orgulho,adeus.

A Vida me Ensinou Viver

Tudo que vivi até hoje,
Mesmo com as dificuldades e os açoites,
Nada disso foi em vão,
Pois o meu triste coração,
Foi levado, massacrado.
Tudo que tinha vivido,
Foi como a vida ter morrido,
Mas isso não acontecerá,
Pois, por maiores que sejam as barreiras,
A vida sobreviverá.

Simon-Poeta

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Soneto de Paixão


Quero interrogar-lhe...
Quero lhe dizer,
Devo lhe usar...
Preciso lhe ter.

Sempre nas vilas,
Nas vidas deixadas,
Então estragadas,
Serão as memórias...

Tão doces,
Tão amargas,
Quão fúteis são...

Mas o coração,
Ouvirá o desejo que há entre nós,
E deixará aqui, suas marcas...

Simon-Poeta

Razão

Mas uma vez me machuquei,
Com incerteza,amei.
Repetindo a mesma dose de sofrimento
Esquecendo a dor de vários momentos.
Quem sabe o medo,
Ou até mesmo o tempo,
Talvez eu mesma.
Arrisquei a falta da imperfeição.
Não para conquistar,
Sim, para dá de volta
Toda a mágoa que deixou em meu coração.
Arrancar o orgulho,
A vergonha,
Que fez errar em uma escolha.
E foi não,
Não para sua,a minha,a nossa,razão.



Mariane Silva

Ode a Alexandre Leão

Oh! Alexandre, tu tem nome de grande,
como já diz teu nome,
é defensor dos pobre homens.

Tu és grande nas letras que sustenta,
tem a alegria e o poder de alimentar
fascinações.

Escreve aos céus e a terra, tem
o talento que lhe deu alguém,
que só pode ser um deus.

Se torna nas memórias grande imortal,
desfigura nas letras o ser que
dantes fora mortal.

Tens o segredo do infinito e a valentia
que lhe guarda o título de
Leão.

Dedicado ao caro amigo, o poeta Alexandre Leão.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Trailer da Série Imortal

Estrelas (Em homenagem a Alexandre Leão)

Um sonho p'ra se viver,
Um sono p'ra se acordar,
Uma vida para se sonhar,
Uma tarde p'ra se amar.

Na noite vem o desejo,
Louco de se sonhar,
E nasce um novo jeito de se amar,
A cada estrela, lhe dou um beijo.

Quero cantar,
Quero viver,
Quero ser astronauta...

Para ver as estrelas de perto,
Desenho então, em um caderno de pauta,
Meu sonho realizado, ali, nas estrelas concretizado.

Simon-Poeta homenageou o senhor Alexandre Leão

terça-feira, 12 de novembro de 2013

ODE A CLAUDIANE

Tu és bela, teu rosto
é sereno, tem
em ti o ar de natureza
e nos olhos a esperança
que tem, todas as que
tem a grandeza.

Teu nome é angelical,
tão bela quanto a poesia
que emana da tuas mãos,
tem olhar sincero,
e carrega no peito a doce
e velha emoção.

É secreto seu caminho,
que terá glórias e amores,
é tão rico os sabores,
que sentem poucos sortudos
que lhe cercam. Tua fineza é
a palavra que sai de tua boca.


Abre janela a muitos pequenos,
que ainda a outros hão de abrir,
traz a vertente mais pura do conhecimento,
dominando a profissão que até um
imperador quis seguir, tu és nobre em
seu caminho, tu és o sonhado destino.

Tu és Claudiane.

Em homenagem a Claudiane Ferreira de Souza

Soneto aos Sonetos

Quem faz um soneto,
Marca uma vida,
Cicatriza uma ferida,
E tira do peito um aperto.

Muitas vezes nem tanto assim,
Deixa uma dor no coração,
Pois com a tristeza da canção,
Só deixa ficar o que é ruim.

Agradeço aos soneteiros,
Às sonetistas também,
Principalmente porque,

Em um momento, qualquer,
Trouxeram p'ra min meu bem,
E trouxeram-me da essência, o doce cheiro.

Simon-Poeta

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Soneto de um Ontem

O ontem que passou,
Em hoje se transformou,
E da vida desprezou,
O pouco tempo que lhe restou.

Da vida que murmurou,
Da morte que fraquejou,
Tudo, ao tempo passou,
E o tempo nos deu seu rancor.

Estou com essa cara de trouxa,
Com foto de ontem a noite,
Pois a dor do açoite

Que me prende me faz sonhar,
Com a face obscura,
De alguém que quer me amar.

Simon-Poeta

Sintonia (Em homenagem a Claudiane de Souza)

Nossas bocas se tocam,
O desejo murmura,
A realidade dá espaço a doçura,
E que cada vez mais nos embolam...

Em desejos,
Na nossa cama,
O calor que inflama,
É a o penhor de teus beijos.

Nossas vidas,
Tão desiguais
E tão separadas...

Pelo tempo que nos leva ao nada,
E também nas dores pelas quais,
Sofri por ti, minha querida.

Simon-Poeta em homenagem a Claudiane Ferreira de Souza


domingo, 10 de novembro de 2013

Soneto a namorada

Amada minha dos céus, adorada
pelos mortais tu és mulher, aclamada,
mas não se deixe esquecer que és garota,
também, se lembre que és, apenas gota.

Em meu cerne, mora a devoção por
ti, minha santa amada que voa aos céus,
sabendo com seu ardor versos compor, 
para uma sinfonia que declama ao léu.

Tu és musa dos desejos infinitos,
és bela minha garota celeste,
és fascinação dos mortais finitos.

Apenas palavras quase perfeitas, 
que nasceram com o sol no leste, 
podem se subjugar a mulher feita.

Declaração amorosa

Não sei como declarar esse amor,
tento até esconder, para que estragar as amizades,
para que procurar na paz o que me faz
e vai me doer.

Mas não a modos de ocultar, se a observar sozinha, 
ei de tentar beijar-te, posso até te ofender,
não quero ser eu exagerado, mas não posso responder
pelas loucuras do amor. 

Sinto ser perdiz tímido e enlouquecido, posso dizer 
que na amizade encontro castigo, fica mais difícil 
de confessar um amor. 

Vejo que chega a hora, não posso mais esconder, 
nunca fui bom em ocultar amores, falo agora 
pois tenho medo de perder-te.

sábado, 9 de novembro de 2013

A Série Capitolina por Josué D' Brito


Negra...


Negra!
Vem p'ros braços meus,
Vem dar os seios teus, 
Vem que eu quero lhe usar...

Negra!
Vem p'ra min,
Oh! Nega,
Que eu sou ruim,
Vem cá, 
Negra!
Mostre só p'ra min,
Negra!
De jeito que você é, assim...

Negra!
Vem me dar teu cheiro,
Negra!
Vem que eu quero ficar cheio,
Negra!
De amor e de vontade de te amar.

Negra! 
Quero o amor seu,
Pois quem me quer perdeu,
Não resisto ao seu olhar,
Mulher Negra...



Simon-Poeta

domingo, 3 de novembro de 2013

Receita para se fazer um poeta

Dedicado a Jhordany S. Siman (Simon-Poeta)

Uma taça de vinho, não
pode ser qualquer um, para
se doce coloque rose, para
o bom sofredor coloque tinto,
para que seja sem vida
deixe sem vinho...

Acrescente um copo de
Whisky, o mais forte que tiver,
para aguentar tanto
o sofrer de viver, não esqueça
dois gelo, vai precisar para
poder sarar a dor.

Coloque duas colheres de café
para deixá-lo sem cansaço
nas noites que passará acordado
sofrendo pelos seus amores,
não coloque açúcar, a vida
dele não será doce.

Por último e mais importante
coloque um barril de amor,
coloque um charuto em seu dedo,
e o leve para uma esquina vazia,
e deixe que ele perceba,
o quão dura é a dor.

Olvido

Amor, tu não entraras no olvido
Tu nunca serás reminiscências,
Sua voz ainda ressoa em meus ouvidos
Com o esquecimento nunca terei condescendência.

Do passado sai e torna-se futuro
Tão presente em minha vida
Tão presente quantos os agouros
Das minhas tantas idas e vindas.

Tu não sais do meu fado
Sempre será meu destino, caminho,
Só queria eu ser seu amado.

És tu querida, meu amor,
Você que luzida fulgurante é agora,
Motivo de angustias e hoje dor.



Roseira de Amor

Se encontrar uma roseira
Traga-me uma pétala
Para que contorne minha alma
De reminiscência da dor.

Se encontrar uma roseira
Pergunta as suas folhas
O que foi feito do amor a quem dei
Rosas e recebi espinhos

Se encontrar uma roseira
Seja esta de qualquer cor,
Declame a esta minha dor.

Se encontrar. Rosa
Saiba que você ainda lembra
Das flores que a ti desenhei.



Poesia Virtual

Será que sou apenas eu,
que não entende o tal da poesia moderna,
linhas mal distribuídas, tudo virtual,
com triângulos, retângulos
Losangos e palavras curvilíneas,
Tudo cheio de loucura, 
que tenta explicar na 
complicação o que nem retas 
organizadas em linhas, 
com toda perfeição e maestria 
não conseguem para mal 
entendedores, expressar.

2013


Não vi nem o ano 2000,
não vi o que o homem 
destruiu, não vi 
muito menos chegar 13,
não percebi que já se foi 
o janeiro, não senti que 
se aproxima o dezembro, 
não consenti que já 
chegou para mim o fim,
de um ano que lutei para 
que a poesia 
fosse feita para mim.
Ainda doe, aquela 
recordação dos anos
que duravam mais, 
dos sábados que não 
eram tão finitos, 
das vontades que pareciam 
mais eternas, 
das alegrias mais ternas,
muitos 2000 ainda vem 
por ai, mas o 13,
este já está por fim,
este ano tão belo 
e tão fraternal que 
não vi passar, como 
não vi chegar, que 
trouxe amores e no findá
deixa (des)ilusões, 
sem gosto por fim. 
2013 foi para mim, 
chegou um ano, 
que "novembra" pro fim.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Série Imortal

EU TENHO UMA NOVA SÉRIE NO BLOG DA MINHA AMIGA DANKA MAIA. CLICANDO
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